Psicologia
11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020AS METAMORFOSES PERANTE O ?oeBERMENSCH: UM RECORTE NIETZSCHEANO
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: O aspecto da transformação é inerente a constituição do homem que por meio de sua existência e de seus fatores intrínsecos elabora a cada instante uma nova forma de lidar com as contingências que o inserem no mundo cultura. Com isso, as variantes da experiência permeiam diversos âmbitos, possibilitando a construção de uma nova ótica através das contingências explicitadas em um dado momento. A ideia da metamorfose do ser foi desenvolvida ao longo das construções filosóficas, tendo entre seus principais expoente o pensamento nietzscheano. Nietzsche, em face de sua ampla teoria, corrobora o espectro da transformação como sendo essencial para o desenvolvimento do espírito que se apresenta em constante devir ante as nuances das relações de poder e da interação no limiar existencial.Para esse trabalho, foram explanados as obras do autor que coadunassem o caracter mutacional do existir com as mudanças promovidas pela experiência do ser, tendo entre elas: O Nascimento da Tragédia, Genealogia da Moral, Humano Demasiado Humano, Assim Falou Zaratustra, Ecce Homo, entre outras. Além disso, buscaram-se outros artigos e estudos que também tratassem da temática abordada, encontrados nas plataformas digitais do Google Acadêmico, Scielo e PePSIC. Portanto, esse estudo por via dos postulados elaborados por Nietzsche, pretende refletir sobre a importância da mudança para a consolidação do ser em sua existência terrena e contextual, destrinchando os caminhos necessários para a chegada do Além-do-homem e de seu novo viés vital.
Palavras-chave: Nietzsche. Übermensch. Metarmofose
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020ARTE E SUBLIMA??fO NA P?"S-MODERNIDADE: UM RECORTE FREUDIANO
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Mychaell Douglas de França Sousa, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A sociedade na pós-modernidade é marcada pela superficialidade social, fazendo com que este se lance nos aspectos artificiais de seu tempo, afetando suas relações com os outros, com o mundo e consigo mesmo. A Psicanálise Clássica, fundada por Sigmund Freud considera a importância da arte no enfrentamento das angústias que se apresentam ao sujeito. Este estudo teve como objetivo apresentar a importância da arte enquanto fruto da sublimação, mecanismo de defesa do Ego, enquanto forma de lidar com a existência em sociedade, além de refletir sobre o papel desse meio para o desenvolvimento da humanidade. Freud (1987) afirma que o ser humano tende a canalizar energia psíquica para lidar com fatos de sua realidade, evitando o predomínio dos impulsos agressivos e buscando a hegemonia das pulsões que promovam a unificação coletiva. Sendo assim, a arte permite que o sujeito lide o sofrimento, visando o alívio e agindo de maneira construtiva perante sua realidade. Outro elemento de significativo entendimento seria a relação da subjetividade com as expressões artísticas na ótica freudiana, pois, mesmo que os pontos interindividuais sejam importantes para a compressão do homem em si, esse seria o advento de sua subjetividade. A ótica psicanalítica sobre a arte não é pautada no espectro objetivo, ou seja, na percepção sobre a obra em si. Aproximando-se de teorias como a de Kant (2008), que defendem que o sujeito, em razão de seu juízo estético, é capaz de experimentar os objetos do mundo através de seu espectro subjetivo, utilizando de seus próprios aparatos para objetivar tal tarefa, variando a percepção ante as pessoas. A Psicanálise Clássica atinge na construção diversas temáticas que vão além da ótica clínica, possibilitando discussões que abrangem sua gênese científica. Este trabalho visou abarcar a Psicanálise Clássica na amplitude de suas temáticas, inserindo a relação entre a arte e a sublimação no âmbito contemporâneo, fomentando o arcabouço teórico e referencial dessa vertente científica.
Palavras-chave: Psicanálise. Arte. Freud. Sublimação.
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020CONSIDERA??oES SOBRE O EROS E O THANATOS PERANTE A FUNCIONALIDADE PSÍQUICA: UM RECORTE PSICANALÍTICO
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A Psicanálise é considerada uma vertente científica que visa tratar o ser humano por intermédio de seus aspectos inconscientes, trazendo consigo a dinamização que abarca seus processos, muitas vezes, implícitos ao próprio ego. Com isso, para consolidar a teoria doutrinária, faz-se necessário a construção de diversos elementos que coadunem com seu objeto de estudo. Entre os inúmeros conceitos essenciais para compreensão dessa perspectiva, encontram-se dois fatores destacados: a pulsão de vida (Eros) e a pulsão de morte (Thanatos), no qual, suas atuações estão arraigadas nos pilares das representações psíquicas que dão base aos comportamentos da motilidade voluntária. Segundo Lacan, são essas fontes mitificantes que servem de convênio para os desejos e de nenhuma maneira poderia ser considerada uma escolha ao irreal (Moura, 2009). Para esse estudo, buscou-se as obras freudianas que contemplassem essa temática em específico, estando entre elas: Mal-estar na Civilização (1996a), Totem e Tabu (1996b), O Por Que da Guerra (1996c), entre outras. Além disso, foi explanado outros trabalhos e artigos que conciliassem com o assunto proposto, efetivados em pesquisas realizadas nas plataformas digitais do Google Acadêmico, Scielo e PePSIC. Portanto, este ensaio propõe uma análise coesa sobre os representantes pulsionais no desenvolvimento da Psicanálise Clássica e de como os subsídios expostos desempenham os seus papéis na consolidação do psiquismo, indo além do superficial.
Palavras-chave: Psicanálise. Arte. Freud. Sublimação.
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020AS TRANSFORMA??oES SOCIAIS E O NOVO ESPECTRO ?o/ooTICO: UM DIÁLOGO ENTRE NIETZSCHE E FREUD
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: O surgimento das discussões éticas ganham um aspecto mais coesa através do período socrático, sendo o principal alvo de discussão para a construção de valores que deveriam guiar os homens na consolidação do Estado. Dessa forma, essa temática em Filosofia, geralmente, permeia a importância do bem comum na edificação social. Autores como Charles e Lipovetsky afirmam que as civilizações contemporâneas regem os comportamentos dos sujeitos por meio de princípios individualistas arraigados nas manifestações culturais e econômicas que as constituem, distanciando-se das pretensões filosóficas do período Clássico. A partir dessa afirmação, surge o seguinte questionamento: de que forma a ética se expressa nas sociedades contemporâneas? Para responder essa pergunta, o trabalho proposto traz consigo uma linha argumentativa que integra as visões de dois dos maiores pensadores da humanidade, no caso, Frederich Nietzsche e Sigmund Freud. Em que, foi-se explanado obras dos autores supracitados que pudessem se relacionar com o temática abordada, entre elas estão: Futuro de uma Ilusão, Mal-estar na Civilização; Totem e Tabu, Genealogia da Moral, Humano Demasiado Humano, Crepúsculo dos Ídolos, Assim Falou Zaratustra, entre outras. Além disso, pesquisou-se artigos e postulados que pudessem somar nas elaborações propostas, encontrados nas plataformas digitais do Google Acadêmico e Scielo. Portanto, o referido artigo objetiva gerar uma reflexão sincrética entre as teorias de ambos os pensadores, possibilitando a visualização das transformações éticas no contexto pós-moderno.
Palavras-chave: Psicanálise. Ética. Transformação. Nietzsche.
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020O SER HUMANO E O ADVENTO DA MORALIDADE: UM DIÁLOGO ENTRE FREUD E NIETZSCHE
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A moral é tida como um fator-guia dos seres humanos em sociedade, geralmente associada às formas mais plausíveis de atuar e desenvolver juízos em um meio sociocultural, pautando-se na perspectiva do bem-estar social. As primeiras teorias a discutirem a formação e a aplicação de seus aspectos estão voltadas ao período socrático, visto que o homem e a pólis são postos como alvos principais na elaboração do pensamento filosófico. Em outras palavras, a origem da terminologia e os primeiros estudos dessa temática nascem com advento da Filosofia Política, tendo entre os seus grandes expoentes Platão e Aristóteles. Entretanto, com o passar das épocas existiu inúmeras mudanças no contexto socioeconômico e nos aparatos culturais, com isso, surgem consigo a possiblidade da edificação de novos conhecimentos durante as permutas históricas. Partindo desse pressuposto, todos os assuntos se apresentam em constante devir, não podendo ser diferente com a análise realizada ante a moralidade. Entre os autores que abarcam a discussão proposta, encontram-se Freud e Nietzsche. Apesar das diferenças visionais e metodológicas, ambos contribuíram de forma significativa na edificação dos pilares do conhecimento contemporâneo, constituindo a potência para novas abordagens no sentido científico-filosófico. Para tal trabalho, foi visado as obras de ambos os teóricos, tendo entre elas: O Nascimento da Tragédia, Além do Bem e do Mal, Assim falou Zaratustra, Mal-estar na Civilização, Totem e Tabu, entre outras. Além disso, foram explanados artigos e estudos encontrados nas plataformas digitais do Google Acadêmico e Scielo. Portanto, por intermédio das cosmovisões de ambos os autores, torna-se possível visualizar o domínio moral sobre um novo contexto, objetivando a contemplação da moralidade à luz do espectro anti-anagógico.
Palavras-chave: Freud. Nietzsche. Moralidade. Psicanálise
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020OS LIMITES DA RELIGI?fO E DE SEUS ELEMENTOS NA P?"S-MODERNIDADE: UM RECORTE FREUDIANO
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A religião é um espectro que está em constante transformação em face de suas variáveis, sendo uma temática complexa e ampla, uma vez que seus elementos são elaborados por diversas doutrinas que permeiam os inúmeros conhecimentos formados ao longo da humanidade. Através de seus fatores explícitos e implícitos se torna possível uma análise coesa e profunda da natureza e da construção das sociedades, não se limitando a uma prática específica. A partir do exposto, este trabalho busca em seu método, por via da Psicanálise Clássica, debruçar-se sobre as manifestações religiosas na contemporaneidade, enfatizando seus limites e seus elementos ante as novas contingências expressas pelas civilizações globalizadas. Dessa forma, em vista da amplitude do assunto abordado, essa pesquisa não almejou entre seus objetivos a abordagem das características religiosas ao decorrer da literatura psicanalítica, convertendo-se, exclusivamente, a ótica freudiana. Para tanto, esse estudo, baseou-se nas obras da Metapsicologia que abordassem tal tema em sua abrangência, entre elas se encontram: Futuro de uma Ilusão, Mal-estar na civilização, Totem e Tabu , entre outras. Além de artigos e tratados que foram explorados pelas plataformas digitais, como Google Acadêmico e Scielo. Portanto, à luz da teoria fundada pelo Pai da Psicanálise essa investigação mergulha nas entrelinhas dos aspectos e práticas religiosas, incluindo seus ideais e crenças para formar uma análise sob o domínio do inconsciente que influencia a edificação das sociedades em sua conjuntura. Em que, as anagogias devem ser suspensas para atingir um olhar para além do mostrado na aparência, atingindo as ranhuras particulares da história desconhecida.
Palavras-chave: Psicanálise. Religião. Limites. Atualidade.
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020O LIMIAR ENTRE O SABER POPULAR E O CONHECIMENTO CIENTÍFICO ATRAV?o/ooS DA ?"TICA DAS REPRESENTA??oES SOCIAIS
Autores: Marcos Vítor Costa Castelhano 1* Délis Sousa Benevides, Vinícius Silveira Leite, Esther Sabrina de Lucena Macose de Sales, Osório Queiroga de Assis Neto
Resumo: Investigaram-se, neste estudo, as relações entre a valorização simbólica atribuída ao saber popular e o conhecimento científico através da ótica das representações sóciais. Dentro da atualidade dois saberes que são bastantes utilizados de maneira diretiva seria o conhecimento científico e do senso comum, presentes no cotidiano dos sujeitos, ambos essenciais como guia do comportamento humano. Esta pesquisa teve como objetivo pontuar a possibilidade de intersecções dos diversos fatores que podem causar dificuldades ao que se refere no conhecimento, e suas representações sociais no âmbito popular. Na metodologia foram pesquisados artigos científicos de autores no Brasil e no mundo, através de sites de pesquisa acadêmica tais como:SciELO, ERIC, periodicos da CAPES, e até o Google Acadêmico. Entre os principais resultados e discussão verificou-se que existe uma relação pertinente entre os conhecimentos popular e científico, que influenciam de maneira diretiva o cotidiano dos indivíduos em sociedade, coadunando assim, com outros fenômenos que guiam os seres humanos, entre eles, as representações sociais. Assim a partir disso, as representações sociais tem seu valor prático e contemplativo, visto que, através de informações e estruturas se é possibilitado a atuação do ser social diante de seu ambiente, necessitando, de um embasamento para sua ação, revelando o papel dos conhecimentos. Concluiu-se que a partir deste estudo possa despertar o interesse para novas pesquisas, inclusive no ambiente empírico, popularizando uma nova visão sobre os conhecimentos que constroem as civilizações humanas.
Palavras-chave: representação social, conhecimento, saber popular
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020MAQUIAVEL E O ESTADO ?EURoeABOMINÁVEL?EUR?: UMA ANÁLISE DA OBRA O PRÍNCIPE ATRAV?o/ooS DA PSICANÁLISE FREUDIANA
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Mychaell Douglas de França Sousa, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A política moderna, fundada por Maquiavel, surge com o intuito de contra-argumentar com os aspectos tradicionais antes expressos pelas teorias que se debruçavam perante tais temáticas, repensando sobre qual seria a função do governante nas atividades administrativas defronte os limites do âmbito estatal na manutenção das contingências contextuais. Com isso, o autor objetiva, por meio de sua hipótese, elucidar uma nova forma de reger o Estado, sendo aquele bastante influenciado pela condição que permeava a Itália de seu tempo, encontrada bastante vulnerável em meio as ambições estrangeiras e combates internos constantes. Sendo assim, edificou um conjunto de ideias que marcariam a transição da decadência falsamente obliterada para a glória nacional, guiada pelo propósito da ligação dos povos itálicos. Nesse sentido, esse estudo tem como objetivo primordial analisar o espectro unitário da obra O Príncipe e seu confronto com as normativas sociais de sua época por intermédio do olhar psicanalítico, valorizando os postulados e conceitos da Metapsicologia freudiana para uma investigação coesa da temática apresentada. A partir disso, além da obra-base supracitada, foram utilizados como referencial teórico os ensaios produzidos pelo pai da Psicanálise: O Futuro de uma Ilusão ,Mal-estar na Civilização, Totem e Tabu, entre outros;. Utilizou-se também de artigos e obras explorados por meio das plataformas digitais Google Acadêmico e Scielo. Para a reflexão proposta, foram usados recortes especulativos dos conhecimentos psicanalíticos e filosóficos que pudessem fomentar a dialética intrínseca deste trabalho, indo além do superficial.
Palavras-chave: Maquiavel. Psicanálise. Estado. Freud
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11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020A CULTURA E A INTERA??fO SOCIAL NO PROCESSO CIVILIZAT?"RIO: UM RECORTE FREUDIANO
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Mychaell Douglas de França Sousa, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A palavra cultura é utilizada em diversos contextos e perspectivas, variando de acordo com as áreas e conhecimentos que englobam esse fator. Estando relacionada a âmbitos como a Biologia, Sociologia, Antropologia, entre outras. Sendo uma possiblidade de compreender o homem e o mundo que o cerca, indo além de seu espectro artificial. Através do intermédio do advento da Filosofia, nasce consigo a importância da razão e das práticas para a construção de uma comunidade abrangente em suas funções, seja na administração pública, como na formação de indivíduos que competem para as características gregárias. Nesse sentido, partindo do princípio que a cultura é fundamental para a edificação dos sujeitos e suas sociedades diante de uma dinâmica consolidada. Este estudo visa à luz da Psicanálise Clássica, visualizar a importância desse elemento e como o mesmo influencia na interação social no decorrer da evolução civilizatória. Portanto, mediante da ótica psicanalítica a cultura foi analisada em sua amplitude contextual, levando em consideração: a origem das sociedades, como a civilização se apresenta atualmente e as expectativas no decorrer do desenvolvimento dos meios sociais. Gerando-se a potência da análise com outras teorias e conhecimentos que abarcam esta temática em comum.
Palavras-chave: Cultura. Civilização. Psicanálise. Interação.
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Psicologia
11ª Edição - Vol. 11 - Ano: 2020O SOBERANO E SUA REPRESENTA??fO PATERNA: UM OLHAR PARA AL?o/ooM DO LEVIAT?f ATRAV?o/ooS DA PSICANÁLISE
Autores: Marcos Vitor Costa Castelhano, Délis Sousa Benevides, Mychaell Douglas de França Sousa, Gerlane Costa dos Santos
Resumo: A política é considerada um meio de organização social que lida com as adversidades da vida coletiva, compondo-se como uma estratégia necessária para o direcionamento das condutas no âmbito individual, gerindo de forma significativa o Estado. Existindo diversos modelos que são influenciados por certos fatores, entre eles a cultura, a história, a economia, entre outros. Entre suas possibilidades, apresenta-se a monarquia que foi difundida em determinadas épocas e contextos. Entre os grandes defensores desse modelo, encontra-se Hobbes afirmando que esta estratégia administrativa é a única que deve ser legitimada, pois consegue lidar com a natureza e a liberdade total do período pré-civilizatório, tendo força concentrada nas mãos de um soberano. Entretanto, a obra hobbesiana pode ser vista por meio diversos panoramas, não se limitando, necessariamente a um domínio em sua estrutura, relacionando-se com outras temáticas. A partir disso, esse trabalho apresenta como objetivo principal analisar o papel do rei e da própria monarquia absolutista em Hobbes através da ótica psicanalítica, oriunda dos postulados freudianos, possibilitando a investigação dessa teoria ao abrigo de um novo horizonte. Visando compreender como os elementos do contratualismo podem ser interpretados por intermédio das ideias elaboradas por Freud. Portanto, apesar das diferenças teóricas e metodológicas de ambos os autores, em razão da visão psicanalítica, objetiva-se a análise das ideias de Hobbes, revelando aspectos do papel do soberano como um Estado indissociável. Além de relacionar dadas questões com a gênese civilizatória que engloba os sujeitos em sociedade diante das proibições e ideais normativos.
Palavras-chave: Hobbes. Psicanálise. Rei. Estado. Civilização.
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